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De onde vem o que eu como: além da farinha, mandioca é usada na produção de cerveja, melaço e ajuda a extrair o ouro

Conhecida por diferentes nomes pelo país, como por macaxeira ou aipim, raiz é produzida, em maior parte, por agricultores familiares que estão agregando valor ao alimento para diversificar renda.
17/10/2020 G1

Aipim, macaxeira, mandioca: em cada canto do país, ela assume um nome e um uso diferente.

No Norte, é transformada nas tradicionais farinhas d’água ou de puba, que são fermentadas em água, em um processo passado de geração em geração pelos índios.

A farinha de mandioca também está na base da alimentação dos nordestinos, mas eles não fermentam o alimento e, por isso, a chamam de “seca”. Pelo Nordeste, também estão presentes nos tradicionais beijus e, agora, na cerveja.

Já no Centro-Sul do país, com destaque para o Paraná, o amido extraído da mandioca é matéria-prima de diversas indústrias.

Somente na alimentícia, vai para a produção de pão-de-queijo, tapioca e biscoitos. Serve também como aglutinante nos embutidos, para engrossar iogurtes e deixar os papéis bem brancos, conta Ivo Pierin Júnior, da Associação Brasileira dos Produtores de Amido (Abam).

Nativa da América do Sul, a mandioca foi levada para outros países por colonizadores europeus e, atualmente, o Brasil ocupa o 4º lugar na produção mundial, atrás da Nigéria, Tailândia e Indonésia.

A produção nacional gira em torno de 18 milhões de toneladas por ano e é impulsionada por agricultores familiares, que respondem por 80% do cultivo.


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