Polícia


Detentas da Capital produzem peças em crochê para o Instituto do Câncer Infantil

Para que pudessem fazer o material, 20 detentas participaram da oficina Laços de Princesa, com 12 aulas durante 50 dias.
31/08/2019 POA 24 horas / Foto: Divulgação / Susepe

Presas do Instituto Penal de Porto Alegre tiveram aulas de crochê para produzir perucas e outras peças doadas ao Instituto do Câncer Infantil. Para que pudessem fazer o material, 20 detentas participaram da oficina Laços de Princesa, com 12 aulas durante 50 dias.

Na quarta-feira (28/8), nove das 20 participantes do projeto receberam o certificado de conclusão dos trabalhos. A  administradora da unidade penal, Marlusa Netto, entregou os diplomas: “A ideia era fazer uma atividade laboral aqui para ocupar o tempo ocioso delas, por isso a oficina foi muito importante. Apoio tudo o que for importante para reintegrar essas mulheres à sociedade”.

Desde julho, presas produzem toucas e outras peças para as crianças doentes.
As aulas foram ministradas pela artesã Ceir Medina. A estimativa era que confeccionassem 20 perucas, porém foram produzidas 74 peças, além de toalhas de mesa, cobertas, flores e materiais decorativos, entre outros artigos.

Estiveram presentes no evento Tânia Spoleder, representando o Conselho da Comunidade de Porto Alegre, a diretora do voluntariado do Instituto do Câncer Infantil, Silvia Foster, e Maria Bernardete, do Núcleo de Atenção ao Paciente.

Também marcaram presença a apoiadora principal do Conselho da Comunidade, Marilia Wedy, o vereador de Quaraí, Mario Augusto Teixeira, além das assistentes sociais Ana Paula Borges e Danielle Dimare (coordenadora do projeto), além de outras autoridades.

De acordo com Danielle, “as detentas, além de aprenderem a fazer crochê, poderão ocupar seu tempo vago com artesanato, e estarão ajudando as crianças que passam por momentos difíceis”.

Uma das detentas que participou da oficina revelou especial emoção ao produzir as peças: ela pensava na filha pequena e também no marido e no sogro, que morreram de câncer. “Tive que recomeçar 11 vezes a primeira touca”, contou (Agência de Notícias do RS)

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